quinta-feira, 24 de agosto de 2017

 

Fátima e o Imaculado Coração de Maria



Segundo o calendário tradicional, a festa do Imaculado Coração de Maria é comemorada no dia 22 deste mês. A propósito desta celebração e do Centenário de Fátima, segue um comentário feito por Plinio Corrêa de Oliveira em conferência no dia 5-6-94.

Plínio Correa de Oliveira





Considero uma das partes culminantes das aparições de Fátima as palavras de Nossa Senhora sobre a devoção ao seu Imaculado Coração, ao prometer formalmente o Céu a quem praticá-la. Isso está dito de modo formal na segunda aparição [de 13 de junho de 1917]:

“[Deus] quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o seu trono”.

Trata-se de uma promessa categórica feita a Lúcia, Jacinta e Francisco, mas também à humanidade inteira, a nós, a todos aqueles que ao longo dos anos tomassem conhecimento da Mensagem de Fátima: quem abraçar a devoção ao Imaculado Coração Maria, tem a promessa de salvação.

 

Onde quer que essa mensagem ecoe pela Terra, a promessa está feita. Feita, por exemplo, nesse momento, mais uma vez, a todos que estão tomando conhecimento dela. Que alegria e que júbilo seria se recebêssemos essa promessa sozinhos trancados num quarto. Porém, de modo ainda mais solene, ela é feita publicamente aos filhos de Nossa Senhora.

Mas então, corramos! Vamos desde logo dizer que aceitamos! Ela é quem promete: Se fizerem, Eu darei. Se não fizerem, não quer dizer que Eu não vos quererei; entretanto, mais vos quererei se fizerdes uso, se fordes sequiosos em aproveitar esta promessa do meu Imaculado Coração. Vinde!

Ficaremos indiferentes?! Tantas pessoas tomam atitudes de indiferença a promessas magníficas. Por exemplo, a promessa do Sagrado Coração de Jesus das nove primeiras sextas-feiras do mês; a promessa da Comunhão de reparação dos cinco primeiros sábados; a promessa do escapulário do Carmo, de ser retirado do fogo do Purgatório no primeiro sábado do mês; promessas nas quais Nossa Senhora parece que se empenha em multiplicar os meios de nos atrair para o Céu.

Mas há uma coisa qualquer maldita no homem contemporâneo, pela qual diante das promessas mais magníficas ele se interessa menos do que por uma apólice de um seguro de saúde...

Notem que linda comparação fez a Santíssima Virgem na referida aparição em Fátima: Quem abraçar a devoção ao Imaculado Coração, além da promessa de salvação, “serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o seu trono”.

As almas que atenderem, Ela colocará no Céu junto ao trono de Deus, como uma senhora deposita flores no altar junto ao próprio Santíssimo Sacramento. É uma beleza imaginar nossa alma colocada como uma flor junto a Deus no Céu. Haverá algo comparável a isso? Mas as pessoas ouvem falar disso e passam indiferentes.

Plinio Corrêa de Oliveira - Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Desde que o pecador se arrependa, tudo pode da Misericórdia de Deus.


Descrição de um êxtase de Santa Gemma Galgani feita pelo Padre Germano de Santo Estanislau, seu diretor espiritual e autor da sua biografia.


 

Era uma quinta-feira. A meio do jantar, Gema, pressentindo o êxtase, levantou-se da mesa, e retirou-se tranquilamente para o quarto. Pouco depois, D. Cecília, sua mãe adotiva, chamou-me; segui-a e encontrei a donzela em pleno êxtase, na ocasião em que travava com a Justiça Divina uma viva luta, cujo fim era aconversão de um pecador. Confesso que em minha vida nunca assisti a um espetáculo tão comovedor.

A extática, sentada sobre o seu pobre leito, voltava os olhos, o rosto, toda a sua pessoa para o ponto do quarto em que o Senhor se encontrava. Comovida, mas sem agitação, mostra-se resoluta, na atitude de uma pessoa que discute e que quer vencer a todo custo. Começou assim:

“Já que viestes, Jesus, pedir-Vos-ei de novo pelo meu pecador. É vosso filho e meu irmão, salvai-o, oh,  Jesus”. 

Em seguida nomeou-o.

Era um estrangeiro que ela tinha conhecido em Luca e a quem muitas vezes já, levada por uma inspiração interior, tinha advertido de viva voz e por escrito, que pusesse em ordem a sua consciência e não se contentasse com a fama de bom cristão, de que gozava entre o povo.

Ora Jesus, surdo às recomendações da sua serva, parecia decidido a trata-lo como justo juiz. Gemma continuou sem desanimar:

“Porque é que hoje não me ouvis, oh,  Jesus! Tanto fizestes por uma só alma e a esta recusais salvá-la? Salvai-a, Jesus, salvai-a! ¹[Nesta altura do êxtase Jesus deve ter-lhe dito que abandonava de uma vez esse pecador. Só assim se explica o que se segue].

“Sede bom, Jesus, não me faleis assim. Na boca de Quem é [em Si] a Misericórdia, esta palavra “Eu o abandono”, não soa bem; não deveis pronunciá-la. Vós derramastes, sem medida, o vosso sangue pelos pecadores. E agora quereis medir a quantidade dos nossos pecados? Não me ouvis? A quem hei de eu recorrer então? Derramastes o vosso sangue por ele, assim como por mim.

“Salvais-me a mim, e a ele não? Não me levantarei daqui; Salvai-o. Dizei-me que o salvais. Ofereço-me como vítima por todos, mas particularmente por ele. Prometo-Vos que nada vos hei de recusar. Dais-me? É uma alma. Pensai nisso. Jesus, é uma alma que vos custou muito. Virá a ser boa e há de corrigir-se”.

Por única resposta, o Senhor continuou a opor a Divina Justiça. E Gemma continuou também, animando-se cada vez mais:

“Eu não procuro a vossa justiça, mas a vossa misericórdia. Por quem sois Jesus, ide ter com esse pobre pecador, e dai um terno abraço ao seu coração. Vereis que ele se converte. Experimentai ao menos... Ouvi, Jesus, Vós, como dizeis, tendes multiplicado os assaltos para o ganhar, mas nunca lhe chamaste vosso filho; experimentai. Dizei-lhe que sois seu pai e que ele é vosso filho. Vereis, vereis que, a este doce nome de pai, o seu coração endurecido se há de abrandar”. 

Nesta ocasião, o Senhor, para mostrar à sua serva os motivos desta severidade, descobriu à ela, uma por uma, com as mais pequenas circunstâncias de tempo e de lugar, as faltas deste pecador, concluindo por dizer que a medida estava cheia.

A pobre menina, que repetiu em alta voz toda esta confissão, ficou espantada: os braços caíram-lhe; soltou um profundo suspiro, pareceu ter-lhe fugido toda a

[caption id="attachment_528" align="alignright" width="164"] Santa Gemma Galgani[/caption]

esperança de vencer.

De repente dissipa-se o seu abatimento e volta à carga:

“Eu sei, eu sei, que ele vos ofendeu muito, mas não vos tenho eu ofendido mais? E não obstante, tendes usado de misericórdia para comigo. Eu sei, eu sei, Jesus, que ele vos fez chorar, mas neste momento não deveis pensar nos seus pecados, deveis sim, pensar no vosso sangue derramado. Que bondade tendes tido para comigo! Usai para com o meu pecador, eu vo-lo peço pela vossa caridade”. 

Entretanto o Senhor permanecia sempre inflexível e Gemma voltou a cair no mesmo desalento. Está em silêncio, parecendo abandonar a luta, quando de súbito brilha no seu espírito um outro motivo que lhe parece invencível.

Retoma a coragem e exclama:

“Bem, eu sou uma pecadora, não podereis encontrar ninguém pior do que eu, Vós mesmo que me dissestes. Não, não mereço, confesso-o, não mereço que me atendais. Apresento-Vos, porém, outra intercessora: é a vossa própria Mãe, que vos pede em seu favor. Ides dizer que não a vossa Mãe? Certamente a Ela não o podereis fazer. E agora dizei-me, Jesus,  que o meu pecador está salvo”. 

Desta vez alcançou vitória. O misericordioso Senhor concedeu a graça e a cena mudou-se de aspecto. Com um ar de alegria indescritível, Gemma exclamou:

“Está salvo, está salvo! Vencestes Jesus, triunfai sempre assim”.

E saiu do êxtase.

Este espetáculo, verdadeiramente admirável, tinha durado boa meia hora. Para o descrever, utilizei as próprias palavras de Gemma, recolhidas à pena na ocasião ou cuidadosamente confiadas à minha memória.Tinha-me retirado para o meu quarto, entregue a mil pensamentos, quando ouvi bater à porta. Anunciaram-me que era um indivíduo estranho. Mandei-o entrar. Lançou-se a meus pés, chorando, e pediu-me que o confessasse. Meu Deus, qual não foi a minha surpresa! Era o pecador de Gemma, convertido poucos momentos antes. Acusou-se de todas as faltas reveladas no êxtase pela serva de Deus, esquecendo somente uma, que lhe pude recordar. Consolei-o, contei-lhe a cena que acabava de se dar e obtive dele autorização de publicar estas maravilhas do Senhor.

Depois de termos nos abraçado, despedi-o.

Fonte: A Flor da Paixão  - Pe. Germano de Santo Estanislau

 

terça-feira, 5 de julho de 2016

O astronauta que levou o Santíssimo Sacramento para o espaço.

 

O astronauta que levou o Santíssimo para o espaço


 










Na Estação Espacial Internacional, apesar de estar cheia de equipamentos robóticos, há um ambiente especialmente procurado.

Trata-se da “Cúpula”, um pequeno módulo com sete janelas, de onde os membros da tripulação podem apreciar espetaculares vistas panorâmicas do nosso planeta, noticiou a agência Aleteia.

O astronauta americano Michael S. Hopkins, “Mike”, coronel católico pertencente à Força Aérea, desejava ansiosamente ir à Cúpula, porque o que via lá o

[caption id="attachment_512" align="alignright" width="215"] Coronel e astronauta Michael S. Hopkins.[/caption]

deixava maravilhado.

“Quando você vê a Terra daquela perspectiva e observa toda a beleza natural que existe, é difícil não querer ficar lá e concluir que tem que haver uma força suprema que criou tudo isso“, declarou.

E, para surpresa de muitos, em 2013, na Cúpula, Mike rezava e… comungava!

Isso porque, graças a um acordo especial com a arquidiocese de Galveston-Houston e a ajuda do Pe. James H. Kuczynski, pároco da igreja de Santa Maria Rainha em Friendswood, Texas, o astronauta, que é fiel daquela paróquia, pôde levar consigo uma píxide com seis hóstias consagradas, explicou Aleteia.

Cada uma delas estava partida em quatro pedaços, de modo que ele pudesse comungar uma vez em cada uma das 24 semanas de sua permanência na Estação Espacial Internacional.

“Era extremamente, extremamente importante para mim”, enfatiza Mike, hoje com 47 anos de idade.

O astronauta cresceu em uma área rural nos arredores de Richland, Missouri, filho de pais metodistas. Pouco antes de viajar para o espaço, após aprender o Catecismo, Mike tornou-se católico.

Sua conversão, segundo ele, foi motivada não só porque sua esposa e suas duas filhas adolescentes são católicas, mas porque “eu sentia que faltava algo na minha vida”.

Mike fez duas caminhadas espaciais para trocar uma bomba do módulo, junto com o colega Rick Mastracchio.

Antes de sair da estação, ele comungou.

“O nível de estresse nessas atividades pode ser muito alto”, continua ele, em conversa com a agência Catholic News Service. “Saber que Jesus estava lá comigo, no vazio do espaço, era importante para mim”.
Mike relata que as práticas de fé na estação espacial são comuns, especialmente entre os astronautas católicos, e que existe respeito por elas.

“Meus colegas sabiam que eu tinha a Eucaristia comigo”, reforça ele.

“Eu me coordenava com o meu comandante russo. Ele sabia o que era. Todos sabiam, mas eu não fazia alarde. Eles respeitavam a minha fé e o meu desejo de vivê-la, mesmo lá, na órbita espacial”.

[caption id="attachment_517" align="alignleft" width="254"] A Cupula da Estacao Espacial Internacional onde o astronauta comungava[/caption]

A agência Zenit comentou que as fotos do astronauta rezando naquela “capela espacial”, dentro da “cúpula” que servia de átrio tecnológico de cristal se espalharam pela rede.

O fato lembrou a muitos da Noite de Natal de 1968, quando o astronauta americano Frank Borman, a bordo da Apolo 8 em órbita em torno da Lua, leu ao vivo pela televisão o livro do Gênesis.

Em 1994, os astronautas Sid Gutiérrez, Thomas Jones y Kevin Chilton rezaram juntos no Shuttle, voando a 125 milhas por cima do Oceano Pacífico.

O astronauta Mike Massimino, no ano 2000, quis se confessar antes de partir. Além do mais, levou consigo uma bandeira da Cidade do Vaticano, a qual, de regresso à Terra, entregou ao Papa João Paulo II, reinante nesse momento.

A Sagrada Eucaristia, os Sacramentos e os símbolos católicos, em graus diversos que vão do divino ao humano, têm um valor tal que inspiraram todas as formas de devotamento imagináveis (e inimagináveis) ao longo dos séculos.

Diante dessas manifestações de fé, o que dizer dos que pretendem justificar a distribuição da Eucaristia a quem não está em condições de recebê-la, com grave profanação, sacrilégio e desrespeito?

 

fonte: http://luzesdeesperanca.blogspot.com.br/2016/07/o-astronauta-que-levou-o-santissimo.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+LuzesDeEsperana+(Luzes+de+Esperan%C3%A7a)

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Clareza! O exemplo de uma médica católica no Sínodo dos Bispos 2015

A Dra. Anca-Maria Cernea, Presidente da Associação dos Médicos Católicos de Bucareste (Romênia) durante o passado Sínodo sobre a família, em outubro de 2015, apresentou ao Papa Francisco e aos bispos uma posição admirável pela clareza e fidelidade ao ensinamento da Igreja sobre a família, aplicada às complexidades das circunstâncias atuais.

A clareza!

Hoje cada vez a grei católica sofre pela falta de clarezanaquele Sínodo e pela confusão que vem suscitando aExortação Pôs-sinodal “Amoris Laetitiae” no mundo.

Eis as palavras da corajosa médica, segundo a Sala de Imprensa da Santa Sé:
“Sua Santidade, Padres Sinodais, irmãos e irmãs, eu represento a Associação dos Médicos Católicos de Bucareste.Eu pertenço à Igreja Católica Greco-Romena.

Meu pai era um líder político cristão, e foi preso pelos comunistas por 17 anos. Meus pais estavam prestes a se casar, mas seu casamento

[caption id="attachment_505" align="alignleft" width="224"] No Sínodo sobre a família 2015, a Dra. Anca-Maria Cernea
apresentou posição admirável pela clareza
que está faltando na 'Amoris Laetitiae'[/caption]

aconteceu 17 anos depois.

Minha mãe esperou todos esses anos pelo meu pai, embora ela nem sabia se ele ainda estava vivo.

Eles foram heroicamente fieis a Deus e a seu compromisso.

O exemplo deles mostra que a graça de Deus pode superar as terríveis circunstâncias sociais e pobreza material.

Nós, como médicos católicos, defendendo a vida e a família, podemos ver que isso, antes de tudo, é uma batalha espiritual.

A pobreza material e o consumismo não são a causa principal da crise da família.

A principal causa da revolução sexual e cultural é ideológica.

Nossa Senhora de Fátima disse que os erros da Rússia se espalhariam por todo o mundo.

Tudo começou sob uma forma violenta, o marxismo clássico, matando dezenas de milhões.

Agora ele está sendo feito sobretudo pelo marxismo cultural.

 

Há uma continuidade da revolução sexual de Lenin, através de Gramsci e a Escola de Frankfurt, e atualmente com os direitos gays e a ideologia do gênero.

O marxismo clássico pretendia redesenhar a sociedade, através da violenta tomada da propriedade.

Agora, a revolução é mais profunda; ela pretende redefinir a família, a identidade sexual e a natureza humana.

Essa ideologia se autodenomina progressista. Mas isso não é nada mais do que a oferta da antiga serpente, para que o homem assuma o controle, substitua a Deus, para providenciar a salvação aqui, neste mundo.

É um erro de natureza religiosa, é o Gnosticismo.

É tarefa dos pastores reconhecer isso e avisar o rebanho contra este perigo.

“Buscai, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”

A missão da Igreja é salvar almas. O mal, neste mundo, provém do pecado. Não da disparidade de renda ou “mudança climática”.

[caption id="attachment_502" align="alignright" width="213"] Nossa Senhora de Fátima[/caption]

A solução é: Evangelização. Conversão.

Sem um crescente controle do governo. Sem um governo mundial.

Estes são hoje os principais agentes que impõem o marxismo cultural em nossas nações, sob a forma de controle populacional, saúde reprodutiva, direitos dos homossexuais, a educação de gênero, e assim por diante.

O que o mundo necessita hoje em dia não é a limitação da liberdade, mas a verdadeira liberdade, a libertação do pecado. Salvação.

Nossa Igreja foi suprimida pela ocupação soviética. Mas nenhum dos nossos 12 bispos traiu sua comunhão com o Santo Padre.

Nossa Igreja sobreviveu graças à determinação e exemplo de nossos bispos em resistir às prisões e o terror.

Nossos bispos pediram à comunidade para não seguir o mundo. Não cooperar com os comunistas.

Agora precisamos de Roma para dizer ao mundo: “Arrependam-se de seus pecados e voltem-se para Deus pois o Reino dos Céus está próximo”.

Não somente nós, leigos católicos, mas também muitos cristãos ortodoxos estão ansiosamente rezando por este Sínodo.

Porque, como dizem, se a Igreja Católica ceder ao espírito deste mundo, vai ser muito difícil para todos os outros cristãos a resistir a ele.”

A Romênia guardou a fé sob a perseguição comunista porque os bispos não se pactuaram com o mundo.
É isso o que devem fazer os Papas e os bispos hoje.

Assista o video:  https://youtu.be/CspdDBtr7So

fonte : http://luzesdeesperanca.blogspot.com.br/

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ex-satanista: “Eu realizava rituais satânicos em clínicas de aborto”


              Ele começou a praticar magia aos 10 anos de idade, se juntou a uma seita satânica aos 13 e tinha quebrado todos os 10 Mandamentos aos 15 anos. Desde sua adolescência até a idade adulta, ele se esforçou para chegar até a categoria de "Sumo Sacerdote" na seita e era um ativo divulgador do satanismo, incluindo abortos ritualísticos. 


Veja artigo completo em Click aqui

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Padre Manoel da Nobréga


IHS - Ad majorem Dei gloriam


             Mais um livro em nosso site.


             Temos grande admiração pelos nossos primeiros missionários em especial pelo  Padre Manoel da Nóbrega.



              Esta admiração nasceu ao estudarmos sua incansável atividade que colaborou imensamente para tornar católico este nosso imenso país. Isto se deu em especial com  sua participação na expulsão do herege francês em sua tentativa de implantar uma colônia calvinista no Rio de Janeiro. Também como superior da Ordem que está entre as primeiras a catequizar nosso silvícola.



             Ai vai nossa homenagem a este herói de nossa nacionalidade e a todos aqueles que lutaram e lutam para manter o Brasil nas vias da Civilização Cristã. Click aqui








quinta-feira, 9 de abril de 2015

Quando os cães precisam apontar a presença real de Jesus Cristo



Quando os cães precisam apontar a presença real de Jesus Cristo


Sergio Bertoli (*)


           O que entendemos por milagre na doutrina da Igreja Católica, Apostólica, Romana? – Trata-se de um fato, ou melhor, de um acontecimento que contraria as leis da natureza. Nosso Senhor Jesus Cristo realizou incontáveis milagres, sendo o da própria ressurreição o maior de todos, pois se não tivesse ressuscitado nossa fé seria vã.

Milagre é também um dos aspectos da vida dos Santos e uma confirmação marcante da veracidade da Igreja, que na sua sabedoria e prudência foi sempre muito cautelosa na comprovação de um milagre. Exemplo disso ocorre em Lourdes, na França, onde de 1858 até hoje houve incontáveis milagres operados, embora os reconhecidos pela Igreja ainda não cheguem a setenta.

A Igreja sempre incentivou os fieis a fortalecerem sua fé admirando e contemplando os milagres. Por exemplo, há muitos deles relativos à Presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Hóstia consagrada. Talvez o mais conhecido seja o de Lanciano, Itália. No site www.americaneedsfatima.org consta a narrativa de um milagre eucarístico relativamente recente, digna de figurar na Legende dorée ou nos Fioretti de São Francisco de Assis.

No último dia da estadia de João Paulo II aos EUA, em 1995, ele visitou em Baltimore o seminário de Santa Maria. Quis também fazer uma visita não programada à capela do Santíssimo Sacramento. Sentindo os responsáveis pela sua segurança a necessidade de uma ágil tomada de precauções, puseram-se a percorrer as salas e demais dependências com cães farejadores, utilizados em desabamentos de prédios e catástrofes naturais.

O objetivo era localizar eventuais pessoas escondidas no local com intenções escusas. Os cães esquadrinharam a Capela e nada encontraram. Farejaram também o altar do Santíssimo Sacramento, e não encontraram ninguém. Quando chegaram diante do Sacrário, pararam e olharam fixamente, como procedem quando há alguém entre os escombros.

Com os olhares fixos no Sacrário, cheiravam, grunhiam e se recusavam a sair do local, apresentando todas as características de estar ali uma pessoa escondida. Na verdade, não havia ninguém, exceto no interior do tabernáculo, onde estava realmente o verdadeiro corpo, sangue, alma e divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Os cães só se retiraram depois de receber ordens dos seus responsáveis.

Inteirei-me do acontecimento apenas agora, ou seja, 20 anos depois, apesar da rapidez sideral dos meios de comunicação de nossos dias. Com efeito, tamanha é a indiferença das pessoas de hoje em relação ao sobrenatural e à Religião, que Deus Se serviu desses cães para lhes dar uma lição de credulidade. Se estivéssemos nos tempos medievais, tal acontecimento seria certamente imortalizado em maravilhosos vitrais de várias de suas imponentes catedrais.

(*) Sergio Bertoli é jornalista e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

sábado, 14 de março de 2015

A morte de São José





A morte de São José


Gregório Vivanco Lopes


No dia 19 de março comemora-se a festa de São José. A propósito, é oportuno reproduzir o Conto inspirado no conjunto escultural representando São José em agonia (foto), que se venera na igreja de São José, no centro do Rio de Janeiro, ao lado da Assembleia Legislativa.


 

São José chegara ao fim de seus dias. Ninguém como ele, entre tantos varões veneráveis que o precederam na santidade, fora incumbido de missão tão alta. Ele era o guarda e protetor do Filho de Deus feito homem e de sua Mãe santíssima.

Deus Pai o escolhera pessoalmente para esse mister elevado entre todos. E São José cumprira sua missão com tanta perfeição, tanta dignidade, tanta humildade junto a seus inefáveis protegidos, tanta força e astúcia contra os inimigos de Jesus, insuflados por toda parte pelo demônio, que esteve inteiramente à altura dos desígnios divinos.

Tanto quanto é possível a uma simples criatura, ele teve proporção com o sublime encargo de ser esposo da Santíssima Virgem e pai adotivo do Verbo de Deus encarnado. Quanto isto significa!

* * *


Aproximava-se, porém, o tempo em que Jesus iria iniciar sua missão pública; a Virgem Maria não mais se encontrava na situação de uma jovem mãe que precisa de proteção diante de um mundo hostil e de línguas aleivosas. A missão de São José chegara magnificamente a seu termo, e ele agonizava placidamente.

De um lado e de outro da cama, Nosso Senhor e Nossa Senhora, emocionados, o contemplavam com amor e gratidão, tristes porque ele partia, mas supremamente consolados por saber que o aguardava a melhor das recompensas celestes.

Do lado de fora, como quer uma antiga tradição, a morte impaciente mas temerosa não ousava entrar para recolher sua presa, pois esperava um sinal do Altíssimo, postado ao lado do moribundo.

São José tivera sempre tal veneração pela Virgem Santíssima, uma ideia tão elevada de seus méritos e virtudes, tal respeito por sua virgindade imaculada, que jamais ousara tocar sequer um fio de seu cabelo.

Agora, posto ele em seu leito de morte, a Santíssima Virgem, como recompensa por tanta dedicação lhe segura a mão, num supremo ato de reconhecimento e amizade.

Aquele toque quase divino comunicou a São José, ainda lúcido, tal alegria sobrenatural, que ele, varão castíssimo, sentiu sua alma invadida por uma graça de superior virginalidade, como se a inundasse um rio de águas puríssimas, cristalinas e benfazejas.

Essa sensação inefável –– até então para ele desconhecida, porque acima do que a natureza humana pode alcançar –– o elevou a um patamar de indizível união com Deus, inacessível à nossa compreensão atual, mas que um dia no Céu ele poderá nos contar.

Estava São José nesse verdadeiro êxtase, quando sentiu pousar sobre seu ombro direito a mão amiga do Filho de Deus. Incontinenti, viu-se submerso em Deus, e Deus nele. Era a visão beatífica, não concedida até então a nenhum mortal, pois o acesso ao Céu fora fechado pelo pecado de Adão, e lhe era comunicada por antecipação, ainda que fugazmente.

São José notou em seguida que uma coorte de pessoas se aproximava dele. Reconheceu na primeira fila o patriarca Abraão e o profeta Moisés, seguidos de todos os justos que o haviam precedido com o sinal da fé. Só então ele se deu conta de que não estava mais nesta Terra, e que adentrara os umbrais do Limbo.

Todos os habitantes daquele lugar o interrogavam atropeladamente: Quando se consumará a Redenção? Quando nos será aberto o Paraíso celeste que tanto esperamos, alguns há milhares de anos? Como é o Filho de Deus? E sua Mãe Santíssima, como é a sua presença?

São José a todos respondia com atenção e bondade, mas já começando a sentir uma saudade imensa daqueles dois seres perfeitíssimos, com quem conviveu tão proximamente nesta Terra de exílio.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM


http://www.abim.inf.br/


 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A jovem carmelita que atingiu o mais alto píncaro da santidade

 

A jovem carmelita que atingiu o mais alto píncaro da santidade



No dia 1º de outubro a Igreja celebra a festa de Santa Teresinha. Neste ano temos duas razões a mais para a celebração: o transcurso do 140º aniversário de seu nascimento e 90º de sua beatificação.


Paulo Roberto Campos


Quem nunca ouviu falar de Santa Teresinha do Menino Jesus?(1)
A jovem carmelita francesa é uma das santas mais conhecidas e veneradas no mundo inteiro.Sua canonização em 1925 produziu em todo o orbe católico uma explosão de alegria.Apenas à cidade de Lisieux — onde se encontra a residência de sua família e o convento carmelita no qual viveu e entregou sua belíssima alma a Deus — acorrem aproximadamente dois milhões de devotos todos os anos.
O Brasil é especialmente devoto de Santa Teresinha e vinculado a ela de modo particular, por dois motivos que muito nos honram.

O primeiro é que a primeira igreja edificada no mundo (1924) em sua homenagem encontra-se no Rio de Janeiro, no bairro da Tijuca.

[caption id="attachment_420" align="alignright" width="200"] Buissonets: casa da família da santa[/caption]

Em segundo lugar, o precioso relicário — conhecido como “a urna do Brasil” confeccionado para conter seus restos mortais — foi oferecido pelo povo brasileiro.

Multidões afluem às igrejas dedicadas a Santa Teresinha em todos os continentes.

Mas qual a origem de tão extraordinária glorificação popular?

— É a dor suportada heroicamente por amor de Deus, da qual nasce, segundo Plinio Corrêa de Oliveira, “a verdadeira glória”.


[caption id="attachment_421" align="alignleft" width="193"] Primeira igreja dedicada no mundo em honra a Santa Terezinha, Tijuca RJ[/caption]

E aos que buscam sofregamente a popularidade alhures, deixo este outro comentário do Prof. Plinio:

“A popularidade é a glória dos demagogos. A glória é a popularidade dos Santos e dos heróis”.

A Virgem de Lisieux desprezou a popularidade comum; foi exaltada às honras da celebridade mundial, é venerada como santa em todas as nações!

Com efeito, desde a mais tenra infância, a pequenina e inteligente Teresa almejou a santidade, romper com o mundo, e sofrer por amor de Deus e pela salvação das almas.

Com apenas quatro anos afirmara: “Serei religiosa em um claustro”. E, de fato, ao completar 15 anos entrou para o Carmelo.

 

Em seus manuscritos autobiográficos, intitulados História de uma alma,ela escreveu que desejava ser para Deus tudo ao mesmo tempo:

[caption id="attachment_423" align="alignright" width="215"] Lisieux, Carmelo, urna doada pelo Brasil[/caption]

“Ser tua esposa, ó Jesus, ser carmelita, ser, por minha união contigo, a mãe das almas, isto deveria bastar-me... Não é assim...

“Estes três privilégios, Carmelita, Esposa e Mãe, são, sem dúvida, minha vocação. Entretanto, sinto em mim outras vocações. Sinto-

me com a vocação de GUERREIRO, de PADRE, de APÓSTOLO, de DOUTOR, de MÁRTIR.

“Enfim, sinto a necessidade, o desejo de realizar por ti, Jesus, todas as obras mais heroicas...

“Sinto em minha alma a coragem de um Cruzado, de um Zuavo pontifício. Quisera morrer sobre um campo de batalha, pela defesa da Igreja.

“Ó Jesus! Meu amor, minha vida... como aliar estes contrastes? Como realizar os desejos de minha pobre almazinha?.

“Ah, apesar de minha pequenez, quisera esclarecer as almas como os profetas, os doutores. Tenho a vocação de ser apóstolo [...]”.(2)

[caption id="attachment_425" align="aligncenter" width="300"] Com apenas quatro anos afirmara: “Serei religiosa em um claustro”. E, de fato, ao completar 15 anos entrou para o Carmelo.[/caption]

Na mencionada autobiografia, ela continua entusiasmadamente descrevendo que sentia-se chamada para grandes vocações — queria tudo, até mesmo derramar seu sangue lutando por Cristo e sua Igreja.

E Deus foi burilando a jovem carmelita, como se lapida a mais preciosa das pedras preciosas, para que essa belíssima alma, de dentro do claustro do

[caption id="attachment_433" align="alignright" width="294"] Foto feita em novembro de 1896. Sta. Teresinha,
a primeira à direita, um ano antes de seu falecimento.[/caption]

convento, alcançasse graças para todas as grandes vocações — para os guerreiros, os padres, os apóstolos, os doutores, os mártires, enfim para que todos seus devotos atingissem o caminho da perfeição de modo acessível.

Em poucas palavras, São Pio X disse tudo sobre ela: “A maior Santa dos tempos modernos”.

E o Cardeal Vico afirmou: “A virtude de Teresa impõe-se com incrível majestade: a criança torna-se um herói, a virgem das mãos cheias de flores causa espanto pela sua coragem viril!”(3)

Com sua indomável força de alma, essa santa-cruzado é exemplo de vida, modelo do católico combatente, razão pela qual devemos recorrer à sua proteção. Tenhamos a certeza de que nos atenderá, pois ela mesma manifestou:

“O que me impulsiona a ir para o Céu é o pensamento de poder acender no amor de Deus uma multidão de almas que o louvarão eternamente.”

Ademais, prometeu: “Vou passar meu Céu fazendo o bem na Terra”. E ainda: “Depois de minha morte, farei cair uma chuva de rosas.”

Então, peçamos com confiança e seremos beneficiados por essa prodigiosa chuva de favores e graças, para nós e nossas famílias, para a Santa Igreja e o Brasil — neste momento tão trágico em que vivemos.
__________________
Notas:
1. Nascida em 1873 na cidade francesa de Alençon, entrou para o Carmelo de Lisieux em 1888, onde faleceu com apenas 24 anos, em 1897.
2. Manuscritos Autobiográficos. Carmelo do Imaculado Coração de Maria e Santa Teresinha, Cotia, SP, 2ª. edição, 1960, p. 244.
3. L'Esprit de Ia Bienheureuse Thérese de l'Enfant-Jésus d'apres ses écrits. Office Central de Lisieux, 1924, p. VIII.

 

sábado, 27 de setembro de 2014

ÀS VÉSPERAS DAS ELEIÇÕES, UM ALERTA À NAÇÃO

 

ÀS VÉSPERAS DAS ELEIÇÕES, UM ALERTA À NAÇÃO


CLICK AQUI


 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

MST e Via Campesina no Vaticano – Mensagem de D. Bertrand de Orléans e Bragança ao Papa Francisco I

 



 

 

 

 

 

Compartilhamos com a Mensagem do príncipe D. Bertrand de Orléans e Bragança. Tudo muito claro, respeitoso e oportuno.

click aqui

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Amor sem medidas - novo livro - São Bernardo e sua familia



Novo livro - Amor sem medidas.

A pedido de amigo do site colocamos para download este novo livro sobre a vida de São Bernardo de Claraval e sua família.

click aqui

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

I Caminhada em Defesa da Vida - Rio de Janeiro - Brasil

A 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil sem Aborto, no Rio de Janeiro, ocorreu no dia 5 p.p., contando com aproximadamente 2 mil participantes. Iniciada na praça em frente à igreja da Candelária, encerrou-se no Largo da Carioca. Ocasião em que personalidades civis e religiosas, como Dom Orani Tempesta, incentivaram os presentes à luta contra a legalização do aborto no Brasil.

Com seus estandartes e sua fanfarra, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira participou da manifestação anti-aborto portando num andor uma bela imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os cooperadores do Instituto levaram também uma grande faixa com os dizeres: "A força dos maus está na fraqueza dos bons" — Lutar contra o aborto sem hesitação: Eis a chave da Vitória!"

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Convite - Marcha contra o aborto


CONVITE


Na cidade do Rio de Janeiro, ocorrerá a 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil sem Aborto.

Será no próximo sábado (dia 5 de outubro) no centro da cidade. A marcha terá início às 9 horas da manhã, frente à Igreja da Candelária, e será encerrada com um ato público na Cinelândia.

O evento visa fazer uma manifestação contra o aborto, em defesa do nascituro — agora especialmente ameaçado pela recente aprovação, pelo governo Dilma Rousseff, de uma lei que favorece ainda mais prática abortiva.

Não perca essa oportunidade de participar da PRIMEIRA marcha em defesa da vida inocente na capital fluminense. Lembre-se que a gigantesca March for Life (que se transcorre todos os anos em Washington) iniciou-se em 1972 com poucas pessoas e atualmente conta com quase 500 mil manifestantes!








sexta-feira, 5 de julho de 2013

São Pio X



Vida de um grande Papa, São Pio X.

Um papa que combateu energicamente o modernismo - “a maior heresia de todos os tempos”, segundo sua própria expressão - conjunto de erros que tomou conta de quase todos os ambientes católicos nas ultimas décadas.

Um papa que não só fez o bem, mas combateu o mal em toda a medida de suas forças.

Profundamente humilde em sua pessoa e com um grande amor ao esplendor da Liturgia, ao canto gregoriano, às pompas religiosas e ao cargo que ocupava.

O papa que estabeleceu a comunhão precoce para as crianças e a comunhão diária. Atitudes que infringiram tal derrota ao demônio que este, segundo um grande católico de nossos dias, até hoje dela não se recuperou.

Um livro que trata em pormenores e com grande amplidão da vida de um dos maiores papas da Santa Igreja.

Oferecemo-lo aos que acompanham nosso blog. Temos certeza que sua leitura será de grande utilidade.

São Pio X, rogai por nós.


click

aqui ou melhor, click em Pio X na lista para download no lado direito  deste site.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Novo livro para download A Mãe do Senhor

Acreditamos que a maior parte dos que acompanham nosso blog são devotos da SS. Virgem. Um dos maiores desejos de quem se considera filho desta tão boa Mãe é sempre aumentar sua devoção e seu amor a Ela. Em especial aqueles que fizeram sua consagração como “Escravos de Amor” segundo o Tratado da Verdadeira Devoção à SS. Virgem de São Luís Maria G. de Montfort.

A exemplo de um grande devoto Dela, pedimos diariamente a Nossa Senhora que, antes de darmos nosso ultimo suspiro nesta vida, tenhamos chegado à plenitude de devoção e amor que Ela espera de nós. Temos certeza de que esse é também o supremo desejo de Seu Divino Filho.

É com essa intenção que apresentamos este novo livro aos nossos amigos: “A Mãe do Senhor”, livro de autoria de José Patsch. Diz o autor: “Nas páginas que se seguem, tenciono apresentar aos leitores uma imagem de Maria segundo as fontes autenticas, excluindo tudo o que for pura imaginação, tudo o que não for suficientemente documentável”.

O verdadeiro devoto de Nossa Senhora não se satisfaz em ficar somente nos sentimentos e afeições – aliás, mais do que legítimos - mas procura fundamentar em princípios essa devoção, a qual será o seu sustentáculo nas horas de aridez e provação. Segundo nosso parecer, o livro preenche em boa medida esse anseio.

Estamos adiantados na leitura do livro e já nos convencemos ser bastante útil e edificante sua leitura. Dedicamos algum tempo para digitalizá-lo a fim de oferecermos uma boa leitura a todos. Àqueles que tirarem algum proveito dessa publicação, pedimos um “pagamento” de três Ave Marias pelo apostolado de nosso blog. Boa leitura!

Em Jesus e Maria

Click aqui

PS- A pintura acima da SS. Virgem é renascentista, não de nosso inteiro agrado. Publicamos  pelo fato de  o autor a comentar logo nas primeiras pags. do livro. Pode satisfazer a curiosidade de quem não a conhece.

terça-feira, 12 de março de 2013

O anti-programa de Frei Betto.....

(No momento em que inicia o Conclave para a eleição do novo Pontífice  consideramos muito oportuno o artigo abaixo em função dos perigos que rondam a Santa Igreja.)



O anti-programa de Frei Betto (e de muitos outros) para o Papado


11, março, 2013

  Leo Daniele

 

Em recente artigo,[1] Frei Betto enumera o que ele chama de desafios do novo Papa, a ser eleito pelo conclave com inicio na presente semana. É surpreendente como vai longe o autor! Antes de mais nada, vejamos o que é para ele Deus, o princípio e fundamento do tudo. Segundo o dominicano, Bento XVI teria   abolido “a teoria criacionista da doutrina católica e admitindo o evolucionismo”.

Entretanto, o Credo católico começa com as palavras: “Creio em Deus Padre todo poderoso, criador do Céu e da Terra”. É o  contrário das idéias adotadas por Frei Betto. Se esse ponto inicial está errado, o que será das consequências que dele tira? Quais são e que consequências trazem suas doutrinas sobre Deus e o universo?

Frei Betto afirma que, caso sejam verdadeiras,“isso significa mexer na estrutura piramidal da Igreja, flexibilizar o absolutismo papal, instaurar um governo colegiado”.Ou seja, desalienar a Igreja. “Desalienar”? Que vem a ser isso?

Em 1969, em um célebre estudo[2], Dr. Plinio se demora explicando o termoalienação. Tomando como base essa palavra, o pensamento de Frei Betto fica claro.“Alienus é um vocábulo latino que equivale à palavra portuguesa “alheio”. Alienado é o que não se pertence a si mesmo, mas a outrem.[...] Alienante é a classe social que exerce a autoridade, ou possui a superioridade, seja através de um Rei, um Chefe de Estado, um Papa, um Bispo, um Sacerdote, um General, um professor, ou um patrão. Alienada é a classe que presta obediência à alienante. A classe alienada, pelo próprio fato de estar sujeita a outra classe em medida maior ou menor, nessa exata medida não se pertence a si mesma, e está alienada a essa outra”.

Diz a seguir Dr. Plinio que o supremo objetivo de uma Igreja progressista é “uma Igreja não alienante nem alienada”. Em consequência, seria preciso “transformar a Igreja Católica, de alienante e alienada que é, em uma Igreja-Nova, sem nenhuma forma de alienação”. A Igreja de sempre acredita “em um Deus transcendente, pessoal, dotado de inteligência e vontade, perfeito, eterno, criador, regedor e juiz de todos os homens. Estes são infinitamente inferiores a Ele, e Lhe devem toda sujeição. E, crendo em um tal Deus, os homens aceitam um Deus alienante.

Mas ao que parece Frei Betto não crê em um Deus absoluto e transcendente. Para as pessoas com a mentalidade do dominicano, o Deus da Igreja de sempre “corresponde a um estágio já superado da evolução do homem, o homem infantil e alienado. Hoje, o homem, tornado adulto pela evolução, não aceita um Deus do qual ele é, em última análise, um servo, e que o mantém na dependência de seu poder paterno, ou antes, paternalista, como dizem pejorativamente [...] O homem adulto repele toda alienação, e quer para si outra imagem de Deus: a de um Deus não transcendente a ele, mas imanente nele. Um Deus que é impessoal, que é como um elemento difusamente esparso em toda a natureza, e portanto, também, em cada homem. Numa palavra, um Deus que não aliena”.[3]

Mas há outras formas de alienação. Veja-se o que diz o dominicano: “Outro desafio édar fim ao tabu em relação à moral sexual. Hoje, é vetado debater esse tema no interior da Igreja. A rigor, os católicos estão todos proibidos de manter relações sexuais que não sejam com a explícita intenção de procriar, contrair segundas núpcias após divórcio, usar preservativos, admitir o aborto em certas circunstâncias, aprovar a união de homossexuais e defender o fim do celibato obrigatório para padres e o direito de acesso das mulheres ao sacerdócio”.[4]

Afirma Dr. Plinio: “É bem verdade que a afirmação de um Deus transcendente ealienante tem seu fundamento em numerosas narrações dos Livros Sagrados. Mas segundo a doutrina progressista, como essas narrações não são realidades históricas precisas, elas são mitos elaborados pelo homem não adulto, alienado e sequioso de alienação. Hoje, elas devem ser reinterpretadas segundo uma concepção, não alienante, mas adulta. Ou até recusadas. Com isto, se purifica a Religião de seus mitos.” É o que eles chamam de desmitificação.

Na Igreja de sempre “a Hierarquia está investida do tríplice poder de ordem, de magistério e de jurisdição. “Assim, a existência de um Papa, monarca espiritual rodeado do Colégio dos Príncipes eclesiásticos, que são os Bispos – dos quais cada qual é, na respectiva Diocese, como que um monarca sujeito ao Papa – não é compatível com a Igreja-Nova. Como também não podem subsistir os Párocos, que regem, sob as ordens do Bispo, porções do rebanho diocesano. “Cumpre, para desalienar a Igreja, democratizar da Hierarquia. É preciso constituir, nEla um órgão representativo dos fiéis, que exprima o que os carismas dizem no íntimo da consciência destes. Órgão eletivo, é claro, e que represente a multidão. Órgão que faça pesar decisivamente sua vontade sobre os Hierarcas da Igreja, os quais, também é claro, deverão, daqui por diante, ser eletivos. [...] A desalienação completa envolveria, em estágio ulterior, a abolição de toda a Hierarquia.[5]

Considerando, entretanto, tão somente a reforma que os congêneres de Frei Betto agora explicitamente pleiteiam, podemos dizer que ela transformaria a Igreja “numa monarquia como a da Inglaterra, isto é, um regime efetivamente democrático, dirigido fundamentalmente por uma Câmara popular eletiva, onipotente, no qual se conserva pró-forma um Rei decorativo (no caso da Igreja-Nova, o Papa), Lords sem poder efetivo (os Bispos e Párocos), e uma Câmara alta de aparato (o Colégio Episcopal). E ainda, para que a analogia entre o regime da Inglaterra e a Igreja-Nova seja completa, seria preciso figurar um Rei e Lords eletivos (isto é, Papa e Bispos eleitos pelo povo). “Para completar o quadro da democratização, cumpre acrescentar que, na Igreja-Nova, as paróquias seriam grupos fluidos e instáveis, e não circunscrições territoriais definidas como soem ser hoje. Esta fluidez, pensamos, também se estenderia, em rigor de lógica, às Dioceses”.

“A Hierarquia já não seria na Igreja senão um nome vão”. Parece ser este o anti-programa de Frei Betto (e muitos outros) para o Papado. Foi o que seu divino Fundador, Nosso Senhor Jesus Cristo, estabeleceu? De onde foi extraído o ideal da desalienação da Igreja?






[1] Os desafios para o novo Papa, O Globo, 6 de março de 2013.

[2] Plinio Corrêa de Oliveira, Catolicismo nº especial, 220/221 de abril/maio 1969; Folha de S.Paulo, 26-3-69; ibid. 2-4-69; ibid. 7-5-69; ibid. 14-5-69; ibid. 21-5-69.

[3] Plinio Corrêa de Oliveira, op. cit.

[4] Frei Betto, op.cit.

[5] Plinio Corrêa de Oliveira, op. cit.

 

Fonte: http://ipco.org.br/home/noticias/o-anti-programa-de-frei-betto-e-de-muitos-outros-para-o-papado?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29

 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O Amor da Sabedoria Eterna - novo livro para download

 

 

[caption id="attachment_340" align="alignleft" width="183"] São Luis M. G. de Montfort[/caption]

“A Sabedoria eterna é doce, simples e atraente e, ao mesmo tempo, ela é brilhante, excelente e sublime. Convoca os homens para lhe ensinar o método de serem felizes: vai à procura deles, sorri-lhes, cumula-os de mil benefícios e previne-os de mil e uma maneira; chega, até mesmo, a sentar-se à soleira das suas casas, à sua espera, dando-lhes assim a prova de amizade verdadeira. Será possível ter-se coração e recusá-lo a essa doce conquistadora?” pag. 21.

Clique aqui

 

 

 

 

 

 
ÍNDICE

Apresentação



Introdução

I. Oração à Sabedoria eterna

II. Avisos da divina Sabedoria aos príncipes e aos poderosos da Terra

III. Considerações do Autor


Capítulo I - Para amar e procurar a divina Sabedoria é necessário conhecê-la



Capítulo II - Origem e excelência da Sabedoria eterna



Capítulo III - Maravilhas do poder da Sabedoria divina na criação do mundo e do homem



Capítulo IV - Maravilhas da bondade e da misericórdia da Sabedoria eterna antes da sua encarnação



Capítulo V - A excelência maravilhosa da Sabedoria eterna



Capítulo VI - Os desejos intensos da divina Sabedoria em comunicar-se aos homens



Capítulo VII - Escolha da verdadeira Sabedoria



Capítulo VIII - Efeitos maravilhosos da Sabedoria eterna nas almas que a possuem



Capítulo IX - Encarnação e vida da Sabedoria Eterna



Capítulo X - A beleza encantadora e a inefável doçura da Sabedoria encarnada



Capítulo XI - A doçura no comportamento da Sabedoria encarnada



Capítulo XII - Principais oráculos da Sabedoria encarnada em que é preciso acreditar e observar para nos salvarmos



Capítulo XIII - Resumo dos sofrimentos inauditos que a sabedoria encarnada quis padecer por nosso amor



Capítulo XIV - O triunfo da Sabedoria eterna na Cruz e pela Cruz



Capítulo XV - Meios para se alcançar a divina Sabedoria

Primeiro Meio: Um desejo ardente

Segundo Meio: Oração contínua


Capítulo XVI - Meios para se alcançar a divina Sabedoria

Terceiro Meio: Mortificação universal

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O Triunfo da Misericordia




[caption id="attachment_321" align="alignleft" width="183"] Autoria de Santa Terezinha do Menino Jesus.[/caption]




           Ao publicarmos em nosso site o livro O Triunfo da Misericórdia, algumas considerações, tiradas do próprio livro, se fazem necessárias.


           O livro trata “do problema dos problemas: Deus considerado em relação ao homem pecador, cujo procedimento chega, por vezes, a formar um inextricável emaranhado de pecados sobre pecados”.


          Por um lado, trata de desfazer a ideia “Jansenista – já condenada pela Igreja desde 1642 – ....colocando Deus tão alto e tão longe dos homens, que o tornaram quase inacessível para um grande numero de almas! Com efeito, apresentaram-no como um Juiz tão severo, um Justiceiro tão rigoroso, um Deus tão terrível, numa palavra, que eles desviaram do Melhor e Mais Terno dos pais o coração dos filhos, e espalharam o espanto na alma dos pecadores! Como consequência disto, viu-se que, ainda os menos culpados dos filhos de Eva não se aproximaram mais de Deus, senão tremendo, não ousando mais pronunciar sequer o seu nome”


          Por outro lado, o autor deixa claro o escolho a ser evitado; “Na soleira deste luminoso e benfazejo oásis que se chama O Campo da Confiança, onde se dilatam e reconfortam as almas, empenhamo-nos em declarar que aqui não se trata absolutamente de uma confiança qualquer, confiança temerária, confiança à moda protestante, enunciada por Lutero: “Peca quanto quiseres, mas crê mais = Pecca fortier, sed crede fortius!”.


         Tal confiança leva direitinho ao abismo. Porque ela nega a necessidade das boas obras, mesmo da penitência!


         A confiança de que nós entendemos falar aqui é unicamente a confiança que tem por base o arrependimento e o bom propósito.


         Nestas condições, nenhuma barreira ao perdão divino!”.


         É o que tínhamos a considerar, BOA LEITURA. Clik aqui